Memes perfeitos usados corretamente. A proposta é bem estranha, mas pode ser bom. Ao menos uma versão preto em branco em papel jornal, mas sem o espelhamento, e com preço acessível, me parece mais palpável.
Tentarei me controlar, mas se escapar alguma palavra com conotação mais forte, peço desculpas antecipadamente.
Tinha de ser editor que está pensando SOMENTE na parte comercial.
Imagine, não tivemos nada disso antes e não temos nada disso mutilando filmes, videogames e TV para não sair da zona de conforto.
A ideia é de jirico. Primeiramente ele quer alienar uma parte do público para tentar conquistar outra parte do público?
E ele quer ganhar grana fazendo a DC gastar mais grana imprimindo duas versões do mesma HQ?
Uma das razões do sucesso do universo Absolute não é somente o cuidado, gráfico. Que é bom mencionar tem um peso bem grande. As cores de Mulher-Maravilha Absoluta são simplesmente geniais.
Mas uma grande parte do sucesso são as histórias. A quanto tempo não se lia algo tão bom nas revistas mensais de super-heróis? Eu mesmo parei de comprar revista de hominho após 2013, mais ou menos.
Que coisa chata e maçante eles tinha virado!
Voltei a consumir justamente com o universo Absoluto (me recuso a ter a covardia dos editores brasileiros e não traduzir o nome), especificamente a Mulher-Maravilha.
A proposta é interessante mesmo, mas eu, como leitor de mangás antes de comics, bastou ver sua edição pra encontrar um problema pesado. Não bastaria só deixar em preto e branco, tem que dar uma adaptada forte na arte, a começar pelo uso de brushes que simulam retículas, que é um negócio que até hoje domina a indústria de mangá. Quando eu vejo uma imagem dessa do Abolute Batman em preto e branco me lembra mais aqueles manhwas publicados digitalmente do que um mangá propriamente dito.
Aí a obra ia cair num limbo que não é nem mangá, nem quadrinho, é só uma coisa estranha que não ia agradar nem um lado nem outro.
Memes perfeitos usados corretamente. A proposta é bem estranha, mas pode ser bom. Ao menos uma versão preto em branco em papel jornal, mas sem o espelhamento, e com preço acessível, me parece mais palpável.
Erico, vou começar um canal de YouTube meio puxado por essa discussão do Absolute.
Mas indo um pouco mais atrás…indo até o Liefield.
Tenho um perfil de reviews @alekizcomix lá no insta e vou gravar o vídeo pro youtube
Tentarei me controlar, mas se escapar alguma palavra com conotação mais forte, peço desculpas antecipadamente.
Tinha de ser editor que está pensando SOMENTE na parte comercial.
Imagine, não tivemos nada disso antes e não temos nada disso mutilando filmes, videogames e TV para não sair da zona de conforto.
A ideia é de jirico. Primeiramente ele quer alienar uma parte do público para tentar conquistar outra parte do público?
E ele quer ganhar grana fazendo a DC gastar mais grana imprimindo duas versões do mesma HQ?
Uma das razões do sucesso do universo Absolute não é somente o cuidado, gráfico. Que é bom mencionar tem um peso bem grande. As cores de Mulher-Maravilha Absoluta são simplesmente geniais.
Mas uma grande parte do sucesso são as histórias. A quanto tempo não se lia algo tão bom nas revistas mensais de super-heróis? Eu mesmo parei de comprar revista de hominho após 2013, mais ou menos.
Que coisa chata e maçante eles tinha virado!
Voltei a consumir justamente com o universo Absoluto (me recuso a ter a covardia dos editores brasileiros e não traduzir o nome), especificamente a Mulher-Maravilha.
Como diz o ditado, "lingua não tem osso", né?
Então pode falar qualquer bobagem.
A proposta é interessante mesmo, mas eu, como leitor de mangás antes de comics, bastou ver sua edição pra encontrar um problema pesado. Não bastaria só deixar em preto e branco, tem que dar uma adaptada forte na arte, a começar pelo uso de brushes que simulam retículas, que é um negócio que até hoje domina a indústria de mangá. Quando eu vejo uma imagem dessa do Abolute Batman em preto e branco me lembra mais aqueles manhwas publicados digitalmente do que um mangá propriamente dito.
Aí a obra ia cair num limbo que não é nem mangá, nem quadrinho, é só uma coisa estranha que não ia agradar nem um lado nem outro.
Estou lendo no app da DC, mas se lançasse baratinho nesse formato sem espelhamento, eu compraria.
O bom dessas edições de bolso é trazer mais leitores, seja pelo preço ou semelhança com os mangás. O importante é ter mais opções.